Foto: José Bismarck/Sedecon
A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Sedecon), através do Procon Carioca, inaugura nesta quarta-feira (17/12) uma nova Sala do Consumidor Carioca, desta vez no bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. A unidade funcionará no prédio da Gerência Executiva Local (GEL), localizado no Campo de São Cristóvão, nº 268, com atendimento de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.
A nova sala integra o projeto de expansão e descentralização do Procon Carioca, que vem transformando o modelo de atendimento ao consumidor na cidade. A iniciativa tem como objetivo levar os serviços essenciais de orientação, registro de reclamações e mediação de conflitos diretamente aos territórios, facilitando o acesso da população aos seus direitos.
Assim como nas unidades já inauguradas na Rocinha, Ilha do Governador e Taquara, esta quarta Sala do Consumidor Carioca em São Cristóvão segue o modelo de acolhimento, escuta qualificada e resolução ágil de demandas, fortalecendo a presença do poder público onde o cidadão vive e circula. O projeto prevê a implantação de 10 salas fixas distribuídas por diferentes regiões do município, além da atuação de equipes itinerantes para alcançar áreas de difícil acesso.
O atendimento presencial do Procon Carioca era realizado exclusivamente na sede do órgão, no Rio Comprido. Com a abertura das Salas do Consumidor, o município avança na superação desse modelo centralizado, promovendo uma política pública mais próxima, acessível e eficiente.

Para o secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, João Pires, a nova unidade simboliza uma mudança concreta na relação entre o cidadão e o serviço público:
– Levar o Procon Carioca para perto da população é uma decisão que reduz desigualdades e fortalece a cidadania. Quando o serviço público se aproxima, o cidadão se fortalece. A Sala do Consumidor Carioca nasce exatamente com o propósito de garantir acesso, escuta e solução onde as pessoas vivem, trabalham e circulam. Estamos mudando a lógica do atendimento, saindo da centralização e indo ao encontro de quem mais precisa, porque direito só existe de verdade quando ele chega a todos -, disse o secretário.










